Adquira aqui as Obras do Autor

Faça uma boa leitura
  • Africa Poemas

    ÁFRICA POEMAS - Pedro Gens

    Desde muito novo Joaquim de Matos Pinheiro publicou os seus poemas em diversos jornais e outras publicações, em Portugal e em Angola. Neste pequeno volume, editado sob o pseudónimo Pedro Gens, o autor reuniu um conjunto de poemas relacionados com África, o continente adormecido que inspirou muita da sua poesia e da sua prosa (Editorial Culturang, 1972).

  • Um Portugues na Venezuela

    MANUEL DE OLIVEIRA ​UM PORTUGUÊS NA VENEZUELA

    Manuel de Oliveira é um português de Vilar do Andorinho, no concelho de Vila do Conde, que emigrou novo para a Venezuela é aí fez fortuna na área da construção civil, depois de ter experimentado, ao longo de anos muito difíceis, inúmeras outras profissões. O sucesso económico de Oliveira – que mais tarde estendeu a sua atividade das duas empresas a Portugal, sempre com o mesmo sucesso – andou de mãos dadas com alguns infortúnios, entre os quais ocupa lugar de destaque a morte de um filho, seu braço direito nos seus negócios. E andou a par, também, com a atividade social e cultural desenvolvida junto das associações portuguesas na Venezuela, em cujos quadros dirigentes tem ocupado, anos a fio, destacadas posições de liderança. Na sala de estar da sua casa de Vilar do Andorinho, que acolhe os seus anos de velhice e descanso, ocupa lugar de destaque um grande retrato seu, feito em Caracas, envergando casaca e ostentando, sobre o peito, as insígnias da comenda com que o Presidente da República Portuguesa, António Ramalho Eanes, reconhecendo-lhe os méritos pessoais, profissionais e de solidariedade que o ornam. Neste livro, Joaquim de Matos Pinheiro traça, em tons fortes, socorrendo-se, muitas vezes, das próprias palavras do biografado, um retrato muito fiel dessa vida longa e exemplar (S.E.E.C.P., 1983).

  • Memória de Um Tempo Claro

    MEMÓRIA DE UM TEMPO CLARO

    Apoiado em factos e personagens verídicas, mas escrito na primeira pessoa e sob a forma de romance, a que não falta algum cunho autobiográfico, Memória de um Tempo Claro relata as vivências e dá conta das reflexões de um grupo de militares portugueses que participaram nas ações de combate à guerrilha, logo no início do conflito angolano. Para o autor, a participação dos soldados portugueses nas campanhas militares de África, a partir de 1961, não foi a tragédia nacional de que certos sectores da sociedade portuguesa insistem em fazer-se eco. Bem ao contrário, para as várias gerações de portugueses que estiveram envolvidos nessas campanhas, certos de que respondiam a um imperativo nacional, a sua passagem por África, nomeadamente por Angola, foi um tempo de abertura ao conhecimento de novos mundos e de novas gentes, e a participação em enriquecedoras experiências de vida e de solidariedade, que de outro modo não teriam acontecido... Uma experiência que, meio século depois dos acontecimentos que dão forma, vida e razão de ser ao livro, merece ser dada a conhecer às gerações de jovens portugueses que não viveram desses tempos difíceis, e que deles só conhecem os relatos politicamente marcados que por aí circulam (Nova Arrancada, 2000).

  • O Elo e a Corrente

    O ELO E A CORRENTE

    Três décadas depois de África – Poemas, editado em Angola em 1972 pela Editorial Culturang, Joaquim de Matos Pinheiro deu à estampa uma nova coletânea de poesia. Este novo livro – O Elo e a Corrente – é uma recolha de breves textos poéticos, escritos num registo intimista, quase familiar, que se desenvolve em torno de pessoas e de acontecimentos concretos, que marcaram de maneira impressiva os anos mais recentes da vida do autor. Agora, recolhidos em livro e ao serem partilhados com o leitor, é um facto que os poemas de O Elo e a Corrente alcançam horizontes mais abertos e ganham com isso mais vigor e mais vida (Livralto, 2002)

  • Entre o Sono e o Sonho

    ENTRE O SONO E O SONHO

    A Antologia de Poesia Contemporânea que a Chiado Editora publica desde há alguns anos e com relativa regularidade, reúne poemas de diversos autores portugueses escolhidos pelo apurado critério do editor Gonçalo Nuno Martins. Para o volume II da edição de 2013 Gonçalo Martins escolheu o poema A Carta, de Joaquim de Matos Pinheiro, um breve e lúcido exercício do autor sobre a angústia, a perplexidade, a dúvida e a Morte (Chiado Editora, 2013).

  • O Areais do Vento

    OS AREAIS DO VENTO

    Quando se diz que a sociedade portuguesa acolheu no seu seio, sem dificuldades e nela absorveu admiravelmente essas centenas de milhar de portugueses retornados do antigo Ultramar Português, é muito difícil relacionar os acontecimentos de que eles foram involuntários protagonistas, com muitos dos problemas e das angústias que marcam, na atualidade, a vida de tantas dessas pessoas e de muitas das outras pessoas que, não tendo sido partícipes desse drama, com elas acabaram por se relacionar e conviver. Construídas a partir do claro-escuro dessas realidades, as várias histórias que se cruzam bestas páginas têm, pois...

  • Dias de Inverno

    DIAS DE INVERNO

    Ambientado na cidade da Maia, este livro aborda a problemática dos desempregados portugueses, numa altura em que o desemprego deixou de ser o vago fantasma de que até há pouco tempo as pessoas falavam, para se converter numa realidade dura, áspera e cada vez mais presente. Na versão atual, o desemprego não escolhe as suas vítimas e ninguém a ele está imune, seja pela idade, sexo, profissão, formação académica, experiência de vida, ou nível social...

  • O Segredo do Teatro Baquet

    O SEGREDO DO TEATRO BAQUET

    O Teatro Baquet, uma bela de espetáculos que abrilhantou o Porto na segunda metade do século XIX, foi destruído por um incêndio que causou mais de uma centena de mortos, em 20 de Março de 1888. Além de gente anónima e de algumas pessoas cujos nomes de família fazem parte da história da cidade, também perdeu a vida neste incêndio a famosa mulher homem da Granja do Tedo, uma lendária figura feminina que alimentou as línguas maldizentes da cidade, antes de se transformar numa respeitável esposa e mãe, unida pelo matrimónio ao filho único de uma conhecida família atingida pela tragédia...

  • Depois de Eu Morrer Todos Os dias São Meus

    DEPOIS DE EU MORRER TODOS OS DIAS SÃO MEUS

    - Mãe, o que é um jogral?

    É esta inocente pergunta que desencadeia a história contada em Todos os Dias são Meus, saga familiar que passeia pelas últimas cinco décadas da vida de Portugal, tendo como ponto de partida a eclosão da guerra em Angola, em 1962. Depois de Memórias de um Tempo Claro, que retrata, de maneira sui-generis, a vida dos militares em campanha na antiga África portuguesa, e de Os Areais do Vento, que aborda a problemática dos retornados a Portugal e da sua integração no País...

  • CINZAS DE ABRIL

    CINZAS DE ABRIL

    Um discreto banqueiro portuense, apanhado no torvelinho da revolução dos cravos, acaba por se envolver nos movimentos contra-revolucionários que então se sucederam e, votados estes ao fracasso, vê-se forçado a sair do país. Exilado em Espanha, primeiro, e no Brasil, a seguir, o protagonista deste meu recente romance evoca na primeira pessoa o complexo percurso da sua vida, ao longo das décadas seguintes, descrevendo os mais inesperados em que o amor, a política, o estigma racial, a segregação social e a desagregação familiar se misturam e estão na base de uma empolgante trama romanesca, que vale a pena conhecer. “Cinzas de Abril”, cuja capa está aqui reproduzida, estará em breve à disposição dos leitores.