O ELO E A CORRENTE

O Elo e a Corrente

Três décadas depois de África – Poemas, editado em Angola em 1972 pela Editorial Culturang, Joaquim de Matos Pinheiro deu à estampa uma nova coletânea de poesia.

Este novo livro – O Elo e a Corrente – é uma recolha de breves textos poéticos, escritos num registo intimista, quase familiar, que se desenvolve em torno de pessoas e de acontecimentos concretos, que marcaram de maneira impressiva os anos mais recentes da vida do autor.

Agora, recolhidos em livro e ao serem partilhados com o leitor, é um facto que os poemas de O Elo e a Corrente alcançam horizontes mais abertos e ganham com isso mais vigor e mais vida (Livralto, 2002)

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A Antologia de Poesia Contemporânea que a Chiado Editora publica desde há alguns anos e com relativa regularidade, reúne poemas de diversos autores portugueses escolhidos pelo apurado critério do editor Gonçalo Nuno Martins. Para o volume II da edição de 2013 Gonçalo Martins escolheu o poema A Carta, de Joaquim de Matos Pinheiro, um breve e lúcido exercício do autor sobre a angústia, a perplexidade, a dúvida e a Morte (Chiado Editora, 2013).

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- Mãe, o que é um jogral?

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Desde muito novo Joaquim de Matos Pinheiro publicou os seus poemas em diversos jornais e outras publicações, em Portugal e em Angola. Neste pequeno volume, editado sob o pseudónimo Pedro Gens, o autor reuniu um conjunto de poemas relacionados com África, o continente adormecido que inspirou muita da sua poesia e da sua prosa (Editorial Culturang, 1972).