ÁFRICA POEMAS - Pedro Gens

Africa Poemas

Desde muito novo Joaquim de Matos Pinheiro publicou os seus poemas em diversos jornais e outras publicações, em Portugal e em Angola.

Neste pequeno volume, editado sob o pseudónimo Pedro Gens, o autor reuniu um conjunto de poemas relacionados com África, o continente adormecido que inspirou muita da sua poesia e da sua prosa (Editorial Culturang, 1972).

Você pode gostar também..

O Elo e a Corrente

O ELO E A CORRENTE

Três décadas depois de África – Poemas, editado em Angola em 1972 pela Editorial Culturang, Joaquim de Matos Pinheiro deu à estampa uma nova coletânea de poesia. Este novo livro – O Elo e a Corrente – é uma recolha de breves textos poéticos, escritos num registo intimista, quase familiar, que se desenvolve em torno de pessoas e de acontecimentos concretos, que marcaram de maneira impressiva os anos mais recentes da vida do autor. Agora, recolhidos em livro e ao serem partilhados com o leitor, é um facto que os poemas de O Elo e a Corrente alcançam horizontes mais abertos e ganham com isso mais vigor e mais vida (Livralto, 2002)

Entre o Sono e o Sonho

ENTRE O SONO E O SONHO

A Antologia de Poesia Contemporânea que a Chiado Editora publica desde há alguns anos e com relativa regularidade, reúne poemas de diversos autores portugueses escolhidos pelo apurado critério do editor Gonçalo Nuno Martins. Para o volume II da edição de 2013 Gonçalo Martins escolheu o poema A Carta, de Joaquim de Matos Pinheiro, um breve e lúcido exercício do autor sobre a angústia, a perplexidade, a dúvida e a Morte (Chiado Editora, 2013).

CINZAS DE ABRIL

CINZAS DE ABRIL

Um discreto banqueiro portuense, apanhado no torvelinho da revolução dos cravos, acaba por se envolver nos movimentos contra-revolucionários que então se sucederam e, votados estes ao fracasso, vê-se forçado a sair do país. Exilado em Espanha, primeiro, e no Brasil, a seguir, o protagonista deste meu recente romance evoca na primeira pessoa o complexo percurso da sua vida, ao longo das décadas seguintes, descrevendo os mais inesperados em que o amor, a política, o estigma racial, a segregação social e a desagregação familiar se misturam e estão na base de uma empolgante trama romanesca, que vale a pena conhecer. “Cinzas de Abril”, cuja capa está aqui reproduzida, estará em breve à disposição dos leitores.